Antes de recorrer à Justiça, o MPF tentou resolver o problema de forma administrativa. O órgão recomendou ao Ministério da Previdência Social que corrigisse a lista de aprovados e convocasse o candidato prejudicado. No entanto, o ministério recusou o pedido, alegando que precisava seguir as regras do edital e garantir segurança jurídica.
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