No caso de Marta Isabelle, o pai informou que a adolescente seria transferida da rede estadual de Rondônia para a Paraíba. No entanto, não havia um sistema nacional para confirmar se a matrícula foi efetivada no estado de destino. Para o MPF, se essa comunicação existisse e fosse constatado que a estudante não se matriculou na nova escola, seria possível iniciar a busca ativa e, se necessário, acionar os órgãos de proteção e segurança para localizá-la.
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